quarta-feira, 3 de junho de 2026

MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO EM CAMPINA GRANDE COMEÇA NESTA QUARTA -FEIRA

 


Programação reúne artistas nacionais, apresentações culturais e estrutura reforçada para receber milhares de visitantes em Campina Grande.

Por Redação

03/06/2026 às 08:20 | Atualizado em 03/06/2026 às 08:27

Parque do Povo - Leydson Jackson

Parque do Povo (Foto: Leydson Jackson)

Nesta quarta-feira (2), começa a edição 2026 d’O Maior São João do Mundo, em Campina Grande. Durante 33 dias, o Parque do Povo será palco da principal manifestação cultural do Nordeste.

Com capacidade recorde para receber até 79 mil pessoas, o Parque do Povo terá shows de artistas como Projeto Dominguinho, Solange Almeida, Wesley Safadão, Fagner, Elba Ramalho, Lucy Alves, Mari Fernandez, Priscilla Sena, Nattanzinho Lima, entre outros.

Além disso, a programação terá apresentações especiais de Roberto Carlos, Marisa Monte e Martinho da Vila e Mart’nália.

A festa, que segue até o dia 4 de julho, também contará com o tradicional Festival de Quadrilhas e a transmissão dos jogos da Seleção Brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.

Segurança e Saúde

Neste ano, a festa contará com três postos médicos, sendo dois no Parque do Povo e um no Parque Evaldo Cruz. O serviço de saúde também terá equipes de plantão, com ambulâncias e integração direta com a rede hospitalar do município.

Além das forças de segurança do Estado, o Maior São João do Mundo terá o reforço no sistema de monitoramento em relação aos 211 equipamentos instalados no ano passado. Serão adicionadas cinco câmeras do tipo PTZ (Pan-Tilt-Zoom), dez equipamentos de reconhecimento facial e outras dez câmeras fixas.

Esquema de trânsito

A Prefeitura de Campina Grande organizou um esquema especial de trânsito para o estacionamento, embarque e desembarque de carros, táxis, veículos por aplicativos e ônibus.

Também funcionará a Zona Azul Social. A tarifa será de R$ 5 de segunda a quinta-feira e de R$ 10 às sextas-feiras, sábados e domingos.

Quem optar pelo transporte público terá acesso a linhas exclusivas nos dias de festa. Os chamados “virotes juninos” funcionarão às 23h, 0h, 1h e 2h30 nos 20 dias em que os shows no palco principal seguirão até as 3h.

Festival de Quadrilhas

Além dos shows musicais que animam o Parque do Povo, O Maior São João do Mundo também contará o tradicional Festival de Quadrilhas.

Nos dias 5 e 6 de junho, a Pirâmide do Parque do Povo receberá, a partir das 18h, as apresentações do Festival Estrelas Juninas.

Já entre os dias 8 e 12 junho, será realizado o Festival de Quadrilhas Juninas de Campina Grande e Região Agreste, a partir das 18h, na Vila Sítio São João. A entrada é gratuita mediante cadastro no site do Sítio São João mais um 1kg de alimento não perecível.

Programação de shows

3 de junho (quarta-feira)

  • Projeto Dominguinho ( João Gomes, Mestrinho e Jota Pê)
  • Solange Almeida
  • Brasas do Forró
  • Limão com Mel

4 de junho (quinta-feira)

  • À vontade
  • Mikael Santos
  • Dorgival Dantas
  • Samya Maia

5 de junho (sexta-feira)

  • Wesley Safadão
  • Eric Land
  • Marcynho Sensação
  • Deanzinho

6 de junho (sábado)

  • Henrique e Juliano
  • Walkyria Santos
  • Bia Frazzo
  • Nathan Vinicius

7 de junho (domingo)

  • Natanzinho Lima
  • Tarcísio do Acordeon
  • Raphaela Santos
  • Gitana Pimentel

9 de junho (terça-feira)

  • Padre Nilson
  • Ir. Kelly Patrícia
  • Ana Clara Rocha e ítalo Poeta

10 de junho (quarta-feira)

  • Léo Magalhães
    Matheus Fernandes
    Magníficos
    Matheuzin

11 de junho (quinta-feira)

  • Matuê
  • Jonas Esticado
  • Cavaleiros do Forró
  • Karkará

12 de junho (sexta-feira)

  • Marisa Monte
  • Gegê Bismarck
  • Alexandre Tan
  • Tito

13 de junho (sábado)

  • Henry Freitas
  • Mari Fernandez
  • Ávine Vinny
  • Lipe Lucena
  • Transmissão Brasil x Marrocos

14 de junho (domingo)

  • Roberto Carlos
  • Cavalo de Pau
  • Juarez

16 de junho (terça-feira)

  • Thiago Brado
  • William Sanfona
  • Teto Fonseca

17 de junho (quarta-feira)

  • Michele Andrade
  • Léo Foguete
  • Menos é mais
  • Jonny Garotinho

18 de junho (quinta-feira)

  • Matheus e Kauan
  • Grelo
  • Calcinha Preta
  • Mexe Ville

19 de junho (sexta-feira)

  • Iguinho e Lulinha
  • Manim Vaqueiro
  • Zé Cantor
  • Fabiano Guimarães
  • Transmissão Brasil x Haiti

20 de junho (sábado)

  • Fagner
  • Garota Safada
  • Ton Oliveira
  • Bob Léo

21 de junho (domingo)

  • Fernandinha
  • Samyra Show
  • Amazan
  • Raphael Moura

22 de junho (segunda)

  • Luana Prado
  • Eliane
  • Amanda Rainha da Farra
  • Os 3 do Nordeste

23 de junho (terça)

  • Lucy Alves
  • Elba Ramalho
  • Guilherme Dantas
  • Capilé

24 de junho (quarta-feira)

  • José Augusto
  • Murilo Huff
  • Waldonys
  • Fabiana Souto
  • Transmissão Brasil x Escócia

25 de junho (quinta-feira)

  • Núzio Medeiros
  • Kadu Martins
  • Toque Dez
  • Jefferson Arretado

26 de junho (sexta-feira)

  • Xand Avião
  • Nattan
  • Kátia e Aduílio
  • Ranniery Gomes

27 de junho (sábado)

  • Talita Mel
  • Zé Vaqueiro
  • Felipe Amorim
  • Stella Alves

28 de junho (domingo)

  • Simone Mendes
  • Japãozin
  • Mara Pavanelly
  • Nicácia Brasil

29 de junho

  • Priscila Senna
  • Chambinho do Acordeon
  • Bonde do Brasil
  • Diego Facó
  • Forró Real

30 de junho (segunda-feira)

  • Fhop Music
  • Eli Soares

1 de julho (quarta-feira)

  • Claudinei e Juliana
  • Filho do Piseiro
  • Eduardinho
  • Forró Pegado

2 de julho (quinta-feira)

  • Sorriso Maroto
  • Vitor Fernandes
  • Mastruz com Leite
  • Matheus Felipe

3 de julho (sexta-feira)

  • Taty Girl
  • Márcia Fellipe
  • Toca do Vale
  • Martinho da Vila e Mart’nália

4 de julho (sábado)

  • Silvânia e Berg
  • Seu Desejo
  • Mano Walter
  • Fabrício Rodrigues

5 de julho (domingo)

  • Pablo
  • Rey Vaqueiro
  • Yasmin Sensação
  • Flávio José

Portal Correio


    terça-feira, 2 de junho de 2026

    COMANDANETE DA PM PB ADMITE COOPERAÇÃO DOS EUA CONTRA FAÇÃOES , MAS PREGA SOBERANIA

     


    “Se os Estados Unidos quiser vir ajudar, será bem-vindo", disse o Coronel Ronildo.

    Por Redação

    02/06/2026 às 07:44 | Atualizado em 02/06/2026 às 07:47

    Tenente-coronel C. Lima e Coronel Ronildo - Instagram: 13bpm.pmpb

    Tenente-coronel C. Lima e Coronel Ronildo (Foto: Instagram: 13bpm.pmpb)

    O comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Ronildo, admitiu, na noite desta segunda-feira (1º), a cooperação dos Estados Unidos na política de combate às facções criminosas, mas condenou qualquer ameaça à soberania nacional do Brasil. Ele defendeu uma legislação mais “rigorosa” para um combate efetivos das facções. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Hora H, da TV Norte Paraíba.

    “Devemos olhar por dois ângulos. O primeiro é o da soberania. Sou defender da soberania dos países. Por outro lado, quando um país classifica uma organização terrorista, ele pode colaborar, se o país não conseguir. Se houver por parte dos Estados Unidos de colaboração, mas respeitando a soberania seria excelente. Mas usar desse artifício para quebrar a soberania desse país, alegando uma facção como terrorista. Nosso país tem condições sim de combater a criminalidade”, dissertou.

    Ronido afirmou que é necessário um trabalho integrado do poder público estadual e nacional para evitar o avanço do crime organizado. Segundo ele, no entanto, falta uma legislação “aperfeiçoada” e “riogorosa”.

    “Nós temos que continuar investindo maciçamente em tecnologia e em inteligência policial para que, dessa forma, a gente consiga unir forças e fazer o combate às facções criminosas no país”, complementou.

    O coronel Ronildo ainda se manifestou sobre a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como grupos terroristas o que abre margem para ações mais duras dos norte-americanos.

    Na avaliação do comandante-geral da PM, o Brasil e a Paraíba têm pessoas capacitadas para fazer o próprio combate às facções. Ele ponderou o receio de que essa decisão interfira na soberania nacional, mas admitiu como benéfica uma possível cooperação dos Estados Unidos. “Se os Estados Unidos quiser vir ajudar, será bem-vindo para o combate às facções criminosas”.

    MaisPB


      EUA CONCLUEM INVESTIGAÇÃO PROPÔE, TAXAR BRASIL EM 25%

       


      Prazo legal para aplicação de medidas corretivas vai até 15 de julho de 2026, segundo o Escritório de Comércio dos Estados Unidos.

      Por Redação

      02/06/2026 às 08:30

      Lula e Trump em encontro na Casa Branca - Ricardo Stuckert

      Lula e Trump em encontro na Casa Branca (Foto: Ricardo Stuckert)

      Os Estados Unidos concluíram uma investigação nesta segunda-feira (1º) que acusa o governo brasileiro de cometer uma série de práticas que "oneram ou restringem" o comércio norte-americano, como o PIX, desmatamento ilegal, além de problemas na aplicação de leis anticorrupção.

      O documento propõe como resposta uma aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, com exceção de algumas, como carne, frutas, café, aeronaves, terrras raras, entre outras.

      A investigação foi iniciada em 15 de julho de 2025 pelo Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após uma determinação do presidente Donald Trump. O processo é respaldado pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 dos EUA.

      Antes da aplicação definitiva de qualquer sanção ou medida corretiva, o governo dos EUA estabeleceu um cronograma de audiências e consultas públicas para coletar depoimentos de interessados:

      Até 22 de junho de 2026: Prazo máximo para o envio de solicitações de comparecimento à audiência pública, acompanhadas de um resumo do depoimento.
      Até 1º de julho de 2026: Prazo para o envio de comentários por escrito sobre as medidas propostas pelo USTR.

      6 de julho de 2026: Realização da audiência pública oficial pelo USTR para debater as ações propostas.

      15 de julho de 2026: Prazo limite legal para a definição e aplicação das medidas corretivas contra o Brasil.

      Durante a fase inicial da investigação, o USTR já havia colhido depoimentos de mais de 30 testemunhas e recebido mais de 295 comentários e réplicas antes de emitir o parecer atual.

      De acordo com o embaixador e Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, o governo americano mantém um diálogo intenso com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda há divergências substanciais.

      "Ao longo do último ano, o Presidente Trump e eu tivemos várias reuniões construtivas com o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu gabinete, que se intensificaram nas últimas semanas. Contudo, continuamos a ter divergências substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação", afirmou Greer.

      A conclusão da investigação ocorre dentro do prazo estabelecido para as negociações do grupo de trabalho criado pelos governos dos EUA e Brasil para tratar de temas comerciais e evitar aplicação de novas tarifas. Apesar das negociações estarem previstas para terminar nesta sexta-feira (5), os integrantes das conversas afirmaram que não houve avanços o suficiente para encerrar os trabalhos, revelou o blog do Valdo Cruz nesta segunda.

      O grupo de trabalho foi instituído após a visita do presidente brasileiro ao americano em 7 de maio na Casa Branca. Nas redes sociais, a USTR chegou a celebrar o "engajamento construtivo" do governo brasileiro para avançar em questões comerciais e afirmou que aguardava com expectativa a continuidade das discussões entre os dois países.

      A nova decisão frusta as intenções de Lula de ter uma nova conversa com Trump para evitar retaliações financeiras e impactos econômicos na classificação do PCC e CV como grupos terroristas.

      Segundo o documento divulgado, alguns itens seriam poupados dessa tarifa, incluindo materiais informativos, doações e uma lista específica de produtos - como certas carnes, frutas, minerais, café, chá, especiarias, cereais, sementes, frutos oleaginosos, plantas industriais e medicinais, palhas e forragens.

      Aeronaves e peças de aeronaves brasileiras, terras raras, produtos químicos orgânicos, produtos farmacêuticos e fertilizantes também estariam isentos.

      Os pontos criticados pelos EUA

      O relatório final do USTR aponta irregularidades e barreiras comerciais distribuídas em seis eixos principais:

      Comércio Digital e Serviços de Pagamento (Pix): O USTR cita que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para que empresas americanas de mídia social removessem conteúdos políticos e suspendessem perfis de residentes nos EUA — em alguns casos, globalmente —, proibindo a divulgação das ordens. O órgão também critica a imposição de multas severas, restrições a ativos e contas bancárias e, em ao menos um caso, o fechamento completo de um site. Além disso, o texto aponta aponta que o Banco Central do Brasil favorece o sistema Pix em detrimento de provedores americanos, agindo simultaneamente como regulador e proprietário do sistema, impondo o uso do Pix e limitando taxas de concorrentes;

      Tarifas Preferenciais Desleais: O governo americano contesta os acordos comerciais mantidos pelo Brasil com o México e a Índia. Segundo o USTR, o Brasil concede tarifas mais baixas a centenas de produtos desses países em setores nos quais ambos são produtores avançados e competitivos globalmente;

      Desmatamento Ilegal: O documento afirma que, embora o Brasil possua um marco legal para combater o desmatamento ilegal, o país historicamente falhou em aplicá-lo de forma eficaz, permitindo a persistência do problema;

      Acesso ao Mercado de Etanol: O órgão americano argumenta que o Brasil interrompeu abruptamente, em 2017, o tratamento tarifário equilibrado que aplicava ao etanol e, desde então, não oferece tratamento recíproco às exportações do combustível vindas dos EUA;

      Proteção da Propriedade Intelectual: Os EUA apontam falta de aplicação suficiente de leis penais e aduaneiras contra a falsificação de produtos, lentidão excessiva no exame de patentes e falta de medidas antipirataria contínuas.
      Os EUA criticam a demora do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para analisar patentes especialmente biofarmacêuticas, que levam até 109 meses.

      Combate à Corrupção: A representação americana concluiu que o Brasil não adota medidas suficientes para combater o suborno e a corrupção.

      O documento cita especificamente a anulação de processos da Operação Lava Jato pelo STF em 2023, a renegociação "sem transparência" de acordos de leniência e a queda do Brasil no Índice de Percepção da Corrupção da Transparência Internacional.

      Próximos passos e prazos

      Antes da aplicação definitiva de qualquer sanção ou medida corretiva, o governo dos EUA estabeleceu um cronograma de audiências e consultas públicas para coletar depoimentos de interessados:

      Até 22 de junho de 2026: Prazo máximo para o envio de solicitações de comparecimento à audiência pública, acompanhadas de um resumo do depoimento.

      Até 1º de julho de 2026: Prazo para o envio de comentários por escrito sobre as medidas propostas pelo USTR.

      6 de julho de 2026: Realização da audiência pública oficial pelo USTR para debater as ações propostas.

      15 de julho de 2026: Prazo limite legal para a definição e aplicação das medidas corretivas contra o Brasil.

      Durante a fase inicial da investigação, o USTR já havia colhido depoimentos de mais de 30 testemunhas e recebido mais de 295 comentários e réplicas antes de emitir o parecer atual.

      Por que o Brasil virou alvo de investigação

      Em 15 de julho de 2025, o USTR iniciou a investigação comercial contra o Brasil a pedido do presidente americano, Donald Trump.

      No documento, o representante do órgão afirmava que “tem documentado as práticas comerciais desleais do Brasil que restringem o acesso de exportadores americanos ao seu mercado há décadas”, mas não apresentou evidências para sustentar as alegações.

      O documento misturava alegações comerciais e políticas para justificar a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo um suposto déficit comercial dos EUA com o Brasil. No entanto, os EUA exportam mais para o Brasil do que importam desde 2009.

      Na prática, a medida atua como um instrumento de pressão internacional para proteger os interesses dos EUA. O dispositivo estabelece um processo conduzido pelo Representante de Comércio para apurar se algum governo estrangeiro adota práticas abusivas contra o país.

      A lei também prevê que os EUA podem adotar medidas para corrigir práticas comerciais desleais, como a imposição de tarifas ou sanções ao país investigado.

      No passado, os EUA utilizaram esse mesmo dispositivo para impor tarifas sobre produtos chineses. Em setembro de 2019, por exemplo, Trump aplicou uma taxa de 15% sobre mais de US$ 120 bilhões em produtos da China.

      Medida semelhante foi adotada pelo ex-presidente Joe Biden, opositor de Trump, que também utilizou a Lei de 1974 para impor tarifas sobre importações da China.

      Como ficou o Brasil após Justiça americana derrubar tarifas?

      Em 20 de fevereiro deste ano, a maioria dos juízes da Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), utilizada por Trump, não autoriza o presidente a instituir tarifas por conta própria.

      Em resposta à decisão, Trump anunciou o uso de outro instrumento legal para impor uma tarifa global de 10%, com algumas exceções. A medida passou a valer na semana seguinte e tem validade até 24 de julho.

      Na prática, a decisão da Suprema Corte anulou todas as tarifas aplicadas com base na IEEPA.

      Isso inclui as chamadas tarifas recíprocas de 10%, anunciadas em abril do ano passado.

      Também a sobretaxa de 40% sobre diversos itens brasileiros, anunciada por Trump em carta enviada ao presidente Lula, em julho de 2025.

      O especialista em comércio exterior Jackson Campos explicou na época que, após a decisão do tribunal e o anúncio de Trump de novas tarifas, o resultado final é um tarifaço de 10% sobre produtos brasileiros.

      “Para a maioria dos produtos, permanece a tarifa normal do item [ou seja, as taxas já em vigor antes do tarifaço], acrescida do novo adicional temporário global de 10%”, afirma. Ele lembra ainda que aço e alumínio continuam com alíquotas de 50%, que se somam aos 10% recém-anunciados.

      G1


        MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO EM CAMPINA GRANDE COMEÇA NESTA QUARTA -FEIRA

          Programação reúne artistas nacionais, apresentações culturais e estrutura reforçada para receber milhares de visitantes em Campina Grande....