terça-feira, 2 de outubro de 2018

PEDIR DEMISSÃO PODE SER BOM ? VEJA 10 MOTIVOS ....


02/10/18 - 

 

Mesmo com o desemprego em alta e a economia demorando para recuperar o ritmo de crescimento, uma fatia considerável de profissionais deixou seus empregos por vontade própria nos oito primeiros meses deste ano, segundo dados do Ministério do Trabalho.
Os pedidos de demissão costumam variar em linha com a abertura de vagas formais. Com a crise, houve queda, mas agora, com o mercado apresentando melhora – de janeiro a agosto foram criadas 568 mil vagas - , a demissão espontânea voltou a crescer.
Mas o que leva o profissional a pedir demissão? A decisão de deixar o emprego pode ser uma boa para a carreira?
Segundo especialistas de carreira, o profissional que se sente estagnado no emprego, que não vê reconhecimento pelo seu trabalho nem perspectivas de promoção ou aumento de salário precisa começar a pensar se não é hora de trocar de emprego ou buscar qualificação.
Para Renato Grinberg, especialista em gestão e liderança, o profissional deve pedir demissão se tiver clareza de que não tem futuro na empresa e já tem um novo projeto para seguir, como outro emprego, novo empreendimento ou busca de qualificação, por exemplo.
“É preciso pensar se ele sente que gostaria de estar naquela organização em dois ou três anos. Todas as empresas têm prós e contras, por isso, é preciso ver o que pesa mais”, afirma.
A coach executiva Luciana Tegon pondera que o profissional não deve pedir demissão sem ter outra oportunidade. “A não ser que esteja passando por uma questão insuportável como assédio moral, ataque de pânico, afetando a saúde física, mental e psicológica. Sendo administrável, o melhor cenário é fazer essa transição estando empregado”, diz.
Grinberg recomenda que, após tomar a decisão de sair da empresa, o profissional avise o chefe de imediato, explique os motivos e permaneça por um tempo razoável até que seu substituto seja escolhido.
Grinberg, Luciana e Sofia Esteves, presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos, mostram 10 fatores que mais motivam os pedidos de demissão.
1. Descontentamento com o atual salário e nova proposta de trabalho
Segundo Sofia Esteves, o dinheiro não é tudo, mas é um bom estímulo na hora de colocar na balança se segue para o novo emprego ou permanece onde está. Se a proposta de um novo trabalho inclui diversos benefícios, ou seja, se o pacote é maior do que as expectativas, além da necessidade de o profissional estar em busca de novos horizontes e desafios, esse é um bom motivo para pedir demissão.
“Se recebeu proposta atrativa, tanto cargo melhor ou salário maior. Ou um desafio maior, uma missão mais atrativa, em uma empresa maior ou mais moderna. Ou se há ainda possibilidade de atuação internacional, vale a pena mudar”, acrescenta Luciana.
2. Falta de reconhecimento pelo trabalho
“Todos nós precisamos saber quando fazemos algo bom no trabalho. Seja um simples obrigado, uma palavra de motivação. Pode vir de seu chefe ou de seus pares, mas essas palavras são essenciais para continuar motivado no trabalho e na carreira”, diz Sofia.
Segundo ela, isso é importante para o desenvolvimento da empresa afirmar claramente como uma determinada ação contribuiu para o crescimento da organização. “Se o colaborador dá o seu melhor, mas percebe que isso parece irrelevante aos olhos de seus superiores, ele pode começar a se perguntar se realmente vale a pena continuar se dedicando tanto assim e, no fim das contas, pedir demissão”, diz.
Para Grinberg, não se trata apenas de reconhecimento financeiro, “mas principalmente de sentir que seu trabalho é valorizado”.
3. Ausência de oportunidade/crescimento dentro da empresa
Segundo Renato Grinberg, todos os profissionais almejam evoluir em suas carreiras. Mas quando não há essa perspectiva, fica difícil continuar na empresa.
Sofia Esteves complementa que cada trabalho deve levar a algo melhor, seja uma promoção, uma oportunidade de assumir mais responsabilidades adicionais, aprender coisas novas, enfrentar novos desafios. “Se a pessoa se dedica constantemente e traz resultados para empresa, obviamente ela espera a chance de crescer e subir de posição. Quando isso não acontece, a frustração é grande e chega ao limite quando conclui que não haverá chance de alcançar um cargo melhor”, afirma.
Por isso, é importante ter um plano de carreira e política de promoção clara dentro da organização. Segundo ela, o profissional deve saber o que é preciso fazer para crescer profissionalmente e conquistar o novo cargo desejado. Assim, evitam-se expectativas errôneas por parte dos colaboradores e diminuiu a rotatividade na empresa.
Luciana Tegon pondera que o profissional que fala que está estagnado e não vê mais para onde ir precisa verificar se tem qualificação para assumir outro cargo na mesma empresa ou em outra. “Às vezes o gerente que está lá fala três línguas e ele não. Precisa avaliar se ele tem condição de estar no mesmo patamar de qualificação dos outros funcionários e se a empresa tem a cultura de promover os colaboradores”, diz.
Para ela, é importante buscar alternativas, como se qualificar e pesquisar os requisitos pedidos pelas empresas, que serão um termômetro para o profissional saber se está qualificado o suficiente para aquela função que ele quer exercer, seja para troca de emprego ou para uma posição maior na mesma empresa.
4. Inadequação com os valores e cultura da empresa
Para Sofia Esteves, a falta de adequação dentro da empresa gera indisposição, incompatibilidade e, consequentemente, pedido de demissão, já que o profissional não se encaixa com os valores da empresa e não consegue se adaptar ao ambiente de trabalho.
Luciana Tegon cita como exemplo profissionais que não se sentem bem trabalhando em companhias de tabaco. “Aí não tem jeito, se não comunga dos mesmos ideais e se sente deslocado, tem que sair”, afirma.
“Uma pessoa que acredita que não deveríamos comer animais terá pouca chance de sucesso em uma empresa de proteína animal”, acrescenta Grinberg.
5. Desconforto com a gestão da empresa
Luciana Tegon explica que não gostar do tipo de gestão da empresa é diferente de não gostar da forma como o gestor lidera.
“As crises econômicas fazem as gestões parecerem cruéis, pois há demissões, cortes de benefícios, mas as empresas fazem isso para sobreviver num cenário de crise e se adaptar ao momento do mercado, e as pessoas confundem isso com uma gestão ruim”, explica. Luciana sugere ao profissional que reflita se outras empresas também não estão cortando despesas.
Outro aspecto é não estar confortável com o gestor imediato. “Muitas pessoas pedem demissão do chefe, e não da empresa. Se o gestor é alguém com quem a pessoa não se identifica, que não contribui para o desenvolvimento da equipe, se não há possibilidade de mudança desse cenário, tem que pedir demissão”, diz.
Segundo a coach, os perfis de chefes que mais geram insatisfação nos colaboradores são os seguintes:
* Centralizadores;
* Delegam tudo e depois jogam a responsabilidade pelo erro na equipe;
* Não têm paciência para explicar o trabalho;
* Nunca reconhecem o trabalho dos profissionais;
* Não desenvolvem, não estimulam e nem engajam as equipes.
6. Falta de comunicação com o chefe
De acordo com Sofia, uma comunicação mais aberta e respeitosa pode ser o que falta para não desistir do emprego. “O diálogo sempre é o melhor caminho. É preciso ter uma conversa franca e saudável com o líder, explicando as expectativas e necessidades e alinhando novas ações. Caso não haja, esse é um forte motivo para o desligamento”, diz.
Renato Grinberg diz que o contato diário com um gestor que a pessoa não respeita ou não sente conexão se torna inviável. “Existe uma frase que diz que as pessoas entram em uma empresa porque gostam do que a empresa representa e saem dela porque não gostam do que o chefe representa”, diz.
7. Não gosta do que faz
Luciana diz que muitos profissionais pedem demissão porque não gostam mais do que fazem e querem mudar de carreira. Ela cita o caso de uma profissional da área de psicologia clínica, que tinha grande interesse na área artística, e agora faz curso de design de interiores.
“Tem que planejar a transição de carreira. Se for mais jovem é mais fácil o movimento porque não tem tantos compromissos financeiros. Se for mais velha com família, filhos e obrigações, o movimento se torna um pouco mais cólico. Tem que ter reserva financeira e fazer a transição trabalhando no que não gosta até se qualificar e começar novamente na outra área”, recomenda.
A coach cita como exemplo uma profissional com mais de 40 anos de idade que ainda está trabalhando como coordenadora de mídia enquanto estuda biomedicina.
8. Nenhuma oportunidade de aprendizado
Segundo Sofia Esteves, quando o profissional enxerga propósito e valor no trabalho que executa, ele quer usar essa oportunidade para se desenvolver pessoalmente e profissionalmente. Empresas que entendem isso e oferecem a oportunidade de desenvolver novas habilidades e até mesmo comportamentos contribuem para manter os melhores funcionários por mais tempo. Caso não haja nenhum investimento em cursos de capacitação, workshops, palestras, certamente os colaboradores ficarão desmotivados e buscarão novas recolocações no mercado.
9. Falta de propósito no trabalho
Para Grinberg, não adianta ter um bom salário se no final do dia a pessoa não vê um propósito maior no seu trabalho.
Sofia afirma que jovens trabalham por propósitos, não por salários. Trabalham com satisfação e também exigem qualidade de vida, além de possuir consciência social aflorada. “Para essas pessoas, receber um bom salário e cumprir uma função cegamente não costuma funcionar no médio ou longo prazo. Com isso, poderão se sentir frustradas com seu trabalho e pedir demissão”.
10. Falta de qualidade de vida
Luciana Tegon diz que o profissional pesa bastante a sua qualidade de vida quando decide mudar de emprego. “O trânsito virou uma coisa a ser avaliada. Com a dificuldade de locomoção em grandes centros, a distância pode inviabilizar algumas pessoas de ficar em seus empregos”, diz.
Segundo ela, até três horas por dia no máximo de deslocamento ainda é suportável, mas além disso as pessoas deixam de ter tempo livre para ficar com a família e de ter atividades de lazer, por exemplo.
A coach diz que trabalhar em casa ou ter uma jornada flexível, como poder entrar entre 7h e 10h, podem ser boas opções. Luciana diz que as empresas passaram a se preocupar mais em incentivar hábitos saudáveis, com iniciativas como convênios com academia e restaurantes naturais ou disponibilidade de espaços para o funcionário poder esquentar e comer sua marmita.

Fonte: G1

SOMOS PROGRAMADOS PARA SENTIR PREGUIÇA?.....


02/10/18 - 

 

Exercitar-se regularmente é um hábito importante para reduzir os riscos à saúde, aumentar nossos níveis de energia e manter nossa mente ativa.
O sedentarismo é um dos principais fatores de risco de morte no mundo e há diversos indícios que o vinculam ao surgimento de problemas cardiovasculares, câncer e diabetes.
Mas, apesar de todos os conselhos sobre isso e o grande volume de informações disponíveis sobre os benefícios da atividade física para a saúde, há algo em nós que nos leva a ter muita dificuldade de sair do lugar.
Um em quatro adultos e 80% dos adolescentes não fazem atividade física suficiente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas, afinal, por quê?
Um estudo da Universidade de British Columbia, no Canadá, e da Universidade de Genebra, na Suíça, pode ter encontrado a resposta. O trabalho indica que o principal obstáculo para movimentar o corpo está em nosso cérebro.
Está tudo em nossa cabeça?
Essa contradição entre saber que o exercício é bom para o corpo e não fazer nada a respeito foi a base da pesquisa.
"Conservar energia sempre foi algo essencial para sobrevivência do ser humano por permitir que seja mais eficiente na busca por comida, achar um refúgio, competir por um par sexual e evitar predadores", explica o cientista Matthieu Boisgontier, um dos coordenadores do estudo, em entrevista ao site da universidade canadense.
"O fracasso das políticas públicas para combater a pandemia de sedentarismo se deve talvez ao processo cerebral que foi desenvolvido e reforçado na evolução."
A hipótese dos pesquisadores foi batizada de "paradoxo do exercício", porque, apesar dos efeitos positivos da atividade física, o cérebro tem uma atração automática pelo comportamento sedentário.
Uma atração natural pela preguiça
No experimento, foi observada a reação do cérebro de 29 voluntários, entre homens e mulheres, por meio de um eletroencefalograma. Um dos requisitos era que essas pessoas se interessassem por atividade física, ainda que só algumas delas se exercitassem regularmente.
Todos foram submetidos a um teste de computador em que controlavam um avatar, representado pelo símbolo de uma pessoa.
Em seguida, surgiam na tela imagens em que uma figura praticava atividades, como subir uma escada ou andar de bicicleta, seguida por outra em que a figura estava parada, deitada em uma rede, por exemplo.
Os participantes tinham que aproximar o avatar o mais rapidamente possível de imagens que indicavam movimento e afastá-lo das imagens sedentárias, fazendo em seguida os movimentos contrários. Enquanto isso, eletrodos registravam a atividade cerebral.
Em geral, os participantes foram mais rápidos em se aproximar das imagens de atividade física e se afastar das sedentárias.
Mas as leituras indicaram que se afastar das sedentárias exigia que o cerébro trabalhasse mais, indicando uma disparidade entre a intenção da pessoa e o que, inconscientemente, o corpo deseja.
"Já sabíamos, por estudos anteriores, que as pessoas eram mais rápidas em evitar comportamentos sedentários e buscar comportamentos ativos. A novidade é que nosso estudo demonstra que isso tem um custo, um maior envolvimento de recursos cerebrais", disse Boisgontier.
"Esses resultados apontam que nosso cérebro é naturalmente atraído pelo sedentarismo."
Os cientistas reconhecem se tratar de um estudo pequeno e que novas investigações são necessárias, em especial para potencializar a "vontade de fazer exercício" que demonstraram os participantes.
Isso porque o ser humano tem a capacidade de escolher o que fazer de forma consciente, desafiando inclusive os sinais enviados pelo cérebro.

Fonte: G1

LADRÕES REVIRAM IGREJA E FOGEM LEVANDO DINHEIRO DE DÍZIMO ,EM CONCEIÇÃO ....


Ao chegar na igreja pela manhã um zelador percebeu tudo revirado e de imediato acordou o padre Milton
O escritório pessoal, pertencente ao Padre Milton Alexandre, localizado na Casa Paroquial de Igreja Matriz da cidade de Conceição (PB) foi arrombado, na madrugada desta segunda-feira (1).
De acordo com informações do Padre Milton, cansados pela agenda de celebrações no final de semana, ele e o outro padre dormiam nos quartos do imóvel, quando os ladrões quebraram o cadeado de uma das portas e tiveram acesso ao primeiro saguão do imóvel. Logo após terem acesso à entrada principal da casa paroquial os ladrões quebraram cadeados e seguiram para o escritório pessoal do padre, onde revistaram gavetas, abrindo envelopes e revirando tudo.
Ainda de acordo com informações do padre, não encontrando nada no escritório, o ladrão quebrou uma das portas da igreja matriz, onde teve acesso a uma urna, onde são guardados os dízimos e doações dos fieis. Em seguida os ladrões fugiram do local, depois de revirarem e deixarem vários envelopes rasgados no pátio dos jardins.
Ao chegar na igreja pela manhã um zelador percebeu tudo revirado e de imediato acordou o padre Milton e relatou o ocorrido.
À tarde, o padre procurou a Delegacia de Polícia Civil e registrou a ocorrência. A Polícia Civil vai investigar o crime.
Este é o segundo fato semelhante registrado na casa paroquial de Conceição em menos de 15 dias.
Fonte Vale do Piancó Notícias

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

BRASIL PODE PERDER CERTIFICADO DE ELIMINAÇÃO DO SARAMPO ,ALERTA OPAS ....


O alerta foi feito pela assessora regional de Imunizações da entidade, Lúcia Helena de Oliveira, durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizações, no Rio de Janeiro
Brasil tem até fevereiro de 2019 para reverter os surtos de sarampo registrados em diversas áreas do país – sob pena de perder o certificado de eliminação da doença, concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em 2016.
O alerta foi feito pela assessora regional de Imunizações da entidade, Lúcia Helena de Oliveira, durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizações, no Rio de Janeiro.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 24 de setembro, foram confirmados 1.766 casos de sarampo, dos quais 1.367 no Amazonas e 325 em Roraima.
Há ainda, segundo a pasta, quase 8 mil casos em investigação em ambos os estados, além de casos isolados em São Paulo (3), no Rio de Janeiro (18), no Rio Grande do Sul (29), em Rondônia (2), em Pernambuco (4), no Pará (14) e em Sergipe (4).
Lúcia Helena de Oliveira lembrou que a Venezuela, de onde veio a cepa de sarampo identificada no Brasil, perdeu seu certificado de eliminação em junho deste ano.
Contra o tempo
O critério adotado pela Opas para conferir transmissão sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. As autoridades sanitárias brasileiras, portanto, correm contra o tempo, já que os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início do ano.
sabemos que os casos no Brasil são de importação, lamentavelmente, pelas condições de saúde um que vive a Venezuela. Mas só estamos tendo casos de sarampo no Brasil porque não tínhamos cobertura de vacinação adequada. Se tivéssemos, esses casos viriam até aqui e não produziriam nenhum tipo de surto”, destacou a assessora da Opas.
Atualmente cerca de 4,4 mil municípios atingiram a meta de vacinação estipulada por meio de campanha, o que representa que aproximadamente 1,3 mil cidades permanecem com coberturas vacinais que deixam a desejar.
“As importações continuarão sendo uma ameaça permanente. A única forma de evitar a disseminação do vírus é obtendo coberturas vacinais acima de 95% em todos os municípios – não somente em nível de país, ressaltou Lúcia Helena Oliveira.
Fonte Agência Brasil

MAIS PROBLEMAS ! NOVA FALHA IMPEDE CARREGAMENTO DE IPHONE XS eXS MAX ....


De acordo com os relatos, para se certificar de que o iPhone realmente está sendo recarregado, muitas das vezes é necessário ligar a tela do aparelho e conectar o cabo Lightning novamente.
Os novos iPhone XS e XS Max estão sendo disponibilizados em alguns mercados e os primeiros problemas já começam a ser relatados por alguns consumidores. Recentemente, nós mostramos que diversas unidades possuem falha no WiFi e 4G, sendo que outras receberam críticas por conta da câmera frontal.
Agora, alguns consumidores começaram a relatar que praticamente todas as unidades do iPhone XS e XS Max não estão carregando automaticamente quando o cabo de alimentação é conectado ao aparelho com tela desligada.
De acordo com os relatos, para se certificar de que o iPhone realmente está sendo recarregado, muitas das vezes é necessário ligar a tela do aparelho e conectar o cabo Lightning novamente. O problema também foi notado pelo canal UnboxTherapy, que fez o teste de carregamento em oito aparelhos.
Além do problema aparecer em vídeo, os fóruns da Apple e do Reddit estão lotados de reclamações sobre a situação um tanto incômoda. Por enquanto, a gigante de Cupertino não se manifestou sobre o assunto de forma oficial. Por isso, ainda será necessário aguardar um pouco mais para saber sobre uma possível solução.
De toda forma, ao que parece, o problema é ocasionado por um bug do iOS 12. Isso porque usuários de aparelhos mais antigos e até mesmo de iPads também começaram a relatar que seus dispositivos só começam a recarregar quando a tela é ligada. Por isso, a solução para o caso pode ser bem simples.
Você é proprietário de um iPhone? Enfrentou esse problema com a chegada do iOS 12? Conte para nós a sua experiência aqui nos comentários. Confira também uma análise do iPhone X:
Fonte Tudo Celular

POLÍCIA CERCA AGÊNCIA DOS CORREIOS, RENDE SUSPEITOS E PRENDE TRÊS HOMENS DURANTE TENTATIVA DE ASSALTO ....


Os suspeitos chegaram à agência dos Correios em uma moto. Um carro preto também deu suporte à ação criminosa. No entanto, os dois ocupantes do carro conseguiram fugir.
Três homens foram presos em flagrante na manhã desta segunda-feira (1º) quando tentava assaltar uma agência dos Correios na cidade de São José de Piranhas, no Sertão do Estado. A Polícia Militar cercou o local no momento em que o assalto acontecia e os suspeitos se renderam.
Pelo menos 50 clientes estavam no local por volta das 8h quando aconteceu a tentativa de assalto. Os suspeitos chegaram à agência dos Correios em uma moto branca que havia sido roubada há dois dias nas proximidades de Monte Horebe. Um carro preto também deu suporte à ação criminosa. No entanto, os dois ocupantes do carro conseguiram fugir.
Segundo as primeiras informações houve registro de tiros no local. O clima ficou tenso e os acusados do assalto chegaram a fazer reféns. Mais de dez viaturas da Polícia Militar chegaram para dar suporte ao resgate. Cercados, os suspeitos decidiram se entregar à polícia.
Alguns clientes passaram mal e precisaram ser atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A ação policial ostensiva chamou a atenção da população da cidade, que vibrou com a prisão dos suspeitos. Foram apreendidas três armas e várias munições. Os suspeitos presos foram levados para a Delegacia de Polícia da cidade.

Fonte clickpb

7 DE CADA 10 IDOSOS BRASILEIROS SOFREM DE DOENÇAS CRÔNICAS ,APONTA ESTUDO ....


01/10/18 - 

 

Um estudo divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (1º), em Brasília, aponta que 69,3% dos idosos brasileiros sofrem pelo menos uma doença crônica. Os cinco diagnósticos mais frequentes, na ordem, são hipertensão, dores na coluna, artrite, depressão e diabetes.
Os dados fazem parte do Estudo Longitudinal de Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi), pesquisa também replicada em outros países, que busca entender o perfil da população mais velha à medida em que vai envelhecendo.
* Idoso com nenhuma doença crônica: 30,7%
* Com uma doença crônica: 39,5%
* Com duas ou mais doenças crônicas: 29,8%
Dependência do SUS
Outro ponto abordado pela pesquisa mostra que 75,3% dos idosos dependem exclusivamente do serviço do Sistema Único de Saúde (SUS), e que 83,1% fizeram ao menos uma consulta médica nos últimos 12 meses – considerando também a rede privada.
Atualmente, os idosos representam 14,3% dos brasileiros: são 29,3 milhões de pessoas. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2030, o número de idosos deve superar o de crianças e adolescentes.
Para fazer o levantamento, foram ouvidas pessoas com 50 anos ou mais, entre 2015 e 2016, em 70 municípios das cinco regiões do país. A ideia, segundo o ministério, é de acompanhar este mesmo grupo de pesquisados ao longo do tempo.
O medo
O estudo, elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), também mostra qual é o principal receio da população idosa: o de cair. De acordo com a pesquisa, 43% dos idosos disseram ter medo de cair na rua.
“O ambiente urbano está associado ao medo de queda, que é um dos eventos mais indesejáveis. E a participação social está associada ao medo de atravessar a rua e a dificuldade com os meios de transporte”, disse uma das coordenadoras do estudo, professora Maria Fernanda Lima e Costa.
“A cidade amiga do idoso é uma importante iniciativa. Mas temos que sair do discurso.”
Para o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, a pesquisa traz dados que alertam para a necessidade de se antecipar e traçar políticas públicas coordenadas voltadas aos idosos.
“Avaliamos que saúde é responsabilidade de todos: educação, mobilidade, saneamento, oportunidade de morar em residência digna”, declarou. “Temos que aproveitar os estudos para fazer uma ampla discussão com outros setores do governo, para que possamos trazer alternativas a essa população que envelhece.”

Fonte: G1

NOBEL DE MEDICINA PREMIA AMERICANO E JAPONÊS POR TERAPIA CONTRA O CÂNCER....


01/10/18 -
 

James P. Allison e Tasuku Honjo são os ganhadores do Prêmio Nobel 2018 de Medicina. A Academia Sueca anunciou nesta segunda-feira (01) que o americano e o japonês irão dividir o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, equivalente a R$ 4.098.402.
Os dois desenvolveram pesquisas, separadamente, sobre duas proteínas produzidas por tumores — a CTLA-4 e a PD-1 — que paralisam o sistema imune do paciente durante o tratamento de câncer.
"Os tumores produzem as proteínas, chamadas de checkpoints, que bloqueiam o linfócito T, que é a célula mais importante do sistema imune que ataca o tumor. Essas drogas [pesquisadas] retiram esse bloqueio e recuperam o poder de ataque dos linfócitos que estavam paralisados por essas proteínas", explica o oncologista Fernando Maluf, diretor associado do Centro de Oncologia da Beneficência Portuguesa de São Paulo.
O imunologista James P. Allison, 70, da Universidade do Texas, estudou a proteína CTLA-4. Ele descobriu que um bloqueio da proteína poderia retirar o freio sobre os linfócitos T, fazendo com que as células voltassem a atacar o tumor. Em 1994, Allison realizou o primeiro experimento em ratos, que ficaram curados após o tratamento.
Em 2010, um estudo clínico mostrou efeitos "impressionantes", segundo a Academia sueca, em pacientes com melanoma (um tipo de câncer de pele) avançado, que não haviam sido observados antes.
Já o imunologista Tasuku Honjo, 76, da Universidade de Kyoto, no Japão, estudou uma outra proteína, a PD-1, que também atuava sobre os linfócitos T, só que de forma diferente. Após experimentos em laboratório, um estudo realizado em 2012 também demonstrou eficácia em tratar pacientes com diversos tipos de câncer.
"Os resultados foram dramáticos, com remissão a longo prazo e possível cura em alguns pacientes com câncer metastático, uma condição que antes era considerada basicamente intratável", afirmou a Academia.
Maluf explica que esse tipo de tratamento, a imunoterapia, já é utilizado em pacientes com câncer em estado avançado, no Brasil e no mundo, há cerca de quatro anos. No país, existe uma droga que bloqueia a CTLA-4 e outras cinco que atuam sobre a PD-1. Ele explica que, normalmente, são utilizadas em pessoas que não responderam a outros tratamentos.
"Essas drogas foram associadas a ganho de sobrevida global em tumores graves como melanoma, câncer de pulmão, de bexiga, de rim, de cabeça e pescoço, linfoma, tumores intestinais, de fígado, gástricos também. São drogas que hoje fazem parte do dia a dia em várias situações importantes com tumores graves e muito avançados" afirma. O oncologista explica que elas também trazem menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional.
"Nós podemos curar o câncer com isso", afirmou Klas Kärre, membro do comitê do Nobel.
A Academia sueca considerou que o desenvolvimento clínico de estratégias de imunoterapia havia sido modesto até as descobertas de James P. Allison e de Tasuku Honjo, consideradas um marco no combate à doença. Cientistas já tentavam acionar o sistema imune para lutar contra o câncer há mais de 100 anos.
Segundo a agência alemã Deutsche Welle, Allison, que afirmou se sentir honrado com o prêmio, contou que não tinha a intenção de estudar o câncer, mas de "compreender a biologia das células T, essas células incríveis que viajam pelo nosso corpo e trabalham para nos proteger". O professor agradeceu a "uma série de estudantes de graduação, companheiros de pós-doutorado e colegas no MD Anderson".
Também de acordo com a agência, Honjo disse que o que mais lhe agrada é ouvir dos próprios pacientes que conseguiram se recuperar de doenças graves em razão de suas pesquisas. O imunologista afirmou que deseja continuar com os estudos para salvar um número ainda maior de pessoas. Ele agradeceu seus colegas, estudantes e familiares que o apoiaram durante a realização da pesquisa.
Outras pesquisas relacionadas ao tratamento da doença já haviam sido vencedoras do Nobel de Medicina: tratamento hormonal contra câncer de próstata (1966) , quimioterapia (1988) e transplantre de medula para tratar leucemia (1990).
A Fundação Nobel irá anunciar os vencedores em Física nesta terça (02) e em Química nesta quarta-feira (03). Os ganhadores na categoria Paz e Economia serão conhecidos na sexta (05) e segunda-feira (11), respectivamente. O prêmio em Literatura foi adiado para 2019.

Fonte: G1

sábado, 29 de setembro de 2018

ATAQUE AO FACEBOOK ATINGE 50 MILHÕES DE USÁRIOS ....


A empresa disse que a funcionalidade Ver como está temporariamente desativada enquanto é feita uma análise de segurança e a investigação está em andamento.
O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que descobriu uma falha na segurança que permitiu um ataque virtual a quase 50 milhões de perfis. A empresa diz que não sabe ainda se informações das contas foram acessadas.
Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários em todo o mundo a se logarem de novo para entrar na rede social. Esses perfis representam 4% do total de contas no Facebook, que tem mais de 2,25 bilhões de usuários.
O problema foi descoberto na última terça (25), e resolvido na noite da última quinta-feira (27), afirma o Facebook em comunicado.
Como nossas investigações estão apenas começando, ainda temos que determinar se essas contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada.
Ao G1, a empresa diz que ainda não tem confirmação de que o problema afetou perfis no Brasil. Quem foi deslogado vai receber uma notificação no topo do Feed de Notícias, explicando o que aconteceu.
Apesar disso, várias pessoas estão afirmando no Twitter que foram deslogados de suas contas no Facebook, entre quinta e sexta-feira.
Estamos levando isso extremamente a sério e vamos informar a todos o que acontece e que ações estão sendo tomadas para proteger a segurança das pessoas, informa o Facebook. Segundo Guy Rosen, vice-presidente de produto da empresa, o ataque foi descoberto porque os hackers já estavam automatizando seus ataques em larga escala.
FBI investiga
De acordo com o Facebook, o FBI já está investigando o caso nos Estados Unidos. Na Europa, a companhia afirmou que já notificou a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda, onde fica a sede do Facebook europeu.
O órgão regulador, no entanto, respondeu que o Facebook precisa deixar mais claros os efeitos dessa brecha “com urgência” e que “a nota da empresa falha em apresentar mais detalhes”. A Comissão demonstrou preocupação com o fato de esse ataque ter atingido milhões de usuários —incluindo os europeus, algo que pode colocar o Facebook na mira da nova lei de proteção de dados na Europa (GDPR).
Onde estava a brecha
A falha explorou uma brecha no código relacionada ao recurso Ver como, que mostra ao usuário como o perfil dele é exibido para outras pessoas.
A brecha permitiu o roubo de tokens de acesso ao Facebook, que funcionam como chaves e permitem que os usuários permaneçam online sem a necessidade de digitar a senha toda vez que acessam a rede social.
Nós também invalidamos os tokens de quase 50 milhões de contas que sabemos que foram afetadas, para torná-las seguras novamente. Por precaução, nós também invalidamos acesso a tokens de outras 40 milhões de contas que usaram a funcionalidade Ver como no último ano, diz a nota.
A empresa disse que a funcionalidade Ver como está temporariamente desativada enquanto é feita uma análise de segurança e a investigação está em andamento.
Fonte G1.COM

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

POR QUE O INTESTINO É CONSIDERADO NOSSO 2º CÉREBRO E OUTROS 5 FATOS SURPREENDENTES SOBRE O ÓRGÃO.......


28/09/18 - 

 

Ele tem mais neurônios que a espinha dorsal e age independentemente do sistema nervoso central.
Do que estamos falando?
Certamente, o intestino não foi a primeira opção em que você pensou ao analisar a pergunta, mas trata-se dele - e é justamente por isso que muitos o consideram de "o segundo cérebro" do corpo.
Esse cérebro "independente" em nossas entranhas e sua complexa comunidade microbiana influem no nosso bem-estar geral.
Assim, os médicos acreditam cada vez mais que a função do nosso sistema digestivo vai muito além de simplesmente processar a comida que ingerimos. E mais, eles estão investigando se ele poderia ser usado para o tratamento de doenças mentais ou do sistema imunológico.
A BBC conversou com a doutora Megan Rossi, especialista australiana em saúde intestinal, para descobrir por que devemos prestar mais atenção às nossas barrigas. Aqui, apresentamos alguns fatos surpreendentes sobre o nosso "segundo cérebro":
1. Um sistema nervoso autônomo
"Diferente de qualquer outro órgão do corpo, nosso intestino pode funcionar sozinho. Tem sua própria autonomia para tomar decisões, não precisa que o cérebro lhe diga o que fazer", explica a doutora Rossi.
O que "governa" o intestino é o chamado sistema nervoso entérico (SNE), que é uma "sucursal" do sistema nervoso autônomo do corpo - o responsável por controlar diretamente o sistema digestivo.
Esse sistema nervoso se estende pelo tecido que reveste o estômago e o sistema digestivo, e possui seus próprios circuitos neurais.
Embora funcione de forma independente, ele se comunica com o Sistema Nervoso Central (SNC) através dos sistemas simpático e parassimpático.
2. 70% das células do nosso sistema imunológico vivem no intestino
Segundo Rossi, isso torna a saúde do nosso intestino a chave para nossa imunidade às doenças.
A especialista diz que as pesquisas mais recentes indicam que, se você tem problemas intestinais, é mais provável que seja mais vulnerável a doenças comuns, como uma gripe, por exemplo.
3. 50% das fezes são bactérias
Não são apenas restos de comida: aproximadamente metade de nossas fezes é formada por bactérias.
Muitas dessas bactérias são boas, e por isso os transplantes de fezes podem ser uma forma de tratamento vital para alguns pacientes com um microbioma intestinal debilitado.
Por outro lado, ainda falando em fezes, a BBC perguntou a Rossi com que frequência é normal ir ao banheiro.
A especialista respondeu que, segundo pesquisas, é considerado normal defecar de 3 vezes ao dia até 3 vezes por semana.
4. Quanto mais diversificada a dieta, mais diversificado é o microbioma
Em nosso intestino vivem trilhões de micróbios, que gostam de diferentes alimentos.
Esses micróbios são fundamentais para a digestão porque sua atividade permite que nosso corpo absorva certos nutrientes dos alimentos.
"Eu gosto de dizer que os micróbios são como os nossos bichinhos de estimação internos, então, você deve cuidar deles e alimentá-los", diz a especialista.
Diferentes micróbios prosperam com diferentes alimentos e, por isso, o microbioma intestinal melhora com uma dieta diversificada.
Um microbioma rico e variado está associado a uma maior saúde intestinal, segundo Rossi, e, por consequência, a um bem estar geral maior.
Por outro lado, as pessoas que sempre comem as mesmas coisas têm um microbioma mais pobre.
5. Seu intestino está ligado aos seus níveis de estresse e ao seu estado de ânimo
Se você tem problemas intestinais, segundo Rossi, "algo fundamental que precisa fazer é obsevar a quanto estresse você está submetido".
"Na minha prática clínica eu sempre digo aos pacientes que façam 15 ou 20 minutos por dia de meditação. Depois de fazer isso todos os dias durante quatro semanas, e transformar em hábito, vejo que apenas com isso os sintomas já melhoram."
Então, "desestressar é muito, muito importante", diz a especialista.
Também é interessante pensar que a maior parte da serotonina do corpo, estima-se que uma proporção de 80% a 90%, é encontrada no trato gastrointestinal.
A serotonina é um neurotransmissor que afeta muitas funções corporais, como o peristaltismo intestinal - o movimento involuntário que o intestino faz para empurrar o bolo alimentar e permitir que a digestão aconteça no lugar certo.
Ela também está associada a muitos transtornos psiquiátricos. Sua concentração pode ser reduzida pelo estresse e influencia o humor, a ansiedade e a felicidade.
Vários estudos com seres humanos e animais têm mostrado evidências sobre diferenças encontradas no microbioma intestinal de pacientes com transtornos mentais, como a depressão.
Por isso, uma área incipiente de investigação psiquiátrica tem a ver com a prescrição de "psicobióticos": em essência, um coquetel probiótico de bactérias saudáveis, para melhorar a saúde mental.
6. Se você teme os efeitos de algum alimento e o consome... cuidado
É verdade que há alguns intestinos mais sensíveis do que outros, mas, de acordo com a dra. Rossi, pesquisas recentes surpreendentes sugerem que, se você tem medo de um determinado alimento e o come, pode desenvolver sintomas fisicamente.
"Na clínica, vejo constantemente como as crenças podem desencadear problemas intestinais."
Há muitas pessoas que acreditam, às vezes por causa de uma moda passageira, que o glúten ou a lactose irão prejudicá-las, sem que tenham realmente uma alergia ou intolerância.
7. Você pode melhorar sua saúde digestiva e o seu microbioma intestinal
Veja abaixo, de acordo com Megan Rossi, alguns caminhos possíveis para melhorar sua saúde intestinal:
* Siga uma dieta diversificada para diversificar o microbioma intestinal;
* Reduza o nível de estresse, fazendo meditação, relaxamento, mindfulness (atenção plena) ou ioga;
* Se você já tem sintomas de algum problema intestinal, é melhor evitar álcool, cafeína e comidas apimentadas - eles podem agravá-lo;
* Tente dormir melhor: um estudo mostrou que, se você muda ou interrompe o relógio biológico alterando seus padrões de sono, também prejudica seu intestino.

Fonte: G1

MAURÍCIO BARBIERI É DEMITIDO DO CARGO DE TÉCNICO DO FLAMENGO .....


O treinador deixa o comando do time após 39 jogos, sendo 19 vitórias, 12 empates e oito derrotas. O Flamengo agradece todo empenho e profissionalismo do treinador nestes últimos nove meses, anunciou o clube em nota oficial.
Três meses depois de ser efetivado como técnico do Flamengo, Maurício Barbieri foi demitido do cargo.
Barbieri, que assumiu primeiro como interino em abril depois da demissão de Paulo César Carpegiani.
A saída de Barbieri vem após a eliminação na semifinal da Copa do Brasil para o Corinthians e foi a gota d’água diante dos fracassos recentes do Flamengo, cuja diretoria investiu em um dos times mais caros do país.
Maurício Barbieri não é mais técnico do Flamengo. O treinador deixa o comando do time após 39 jogos, sendo 19 vitórias, 12 empates e oito derrotas. O Flamengo agradece todo empenho e profissionalismo do treinador nestes últimos nove meses, anunciou o clube em nota oficial.
Sem Barbieri, o auxiliar Maurício Souza assume o cargo de forma interina.
Como interino, Barbieri conduziu o Flamengo à liderança do Brasileiro na pausa para a Copa do Mundo. Neste meio tempo, foi efetivado, mas não conseguiu manter o nível, estando hoje na quarta colocação, três pontos atrás do líder São Paulo (51).
Na Libertadores, mais uma decepção com a eliminação nas oitavas de final para o Cruzeiro depois de perder por 2 a 0 no Maracanã no jogo de ida.
Barbieri deixa o Flamengo com 26 jogos no comando, 13 vitórias, 9 empates e 4 derrotas.
Fonte ESPN.com.br

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